PASCAL E VOLTAIRE NAS RUAS DO BRASIL
Considero que passei a entender de política no Brasil – e
principalmente de políticos tupiniquins –
depois que tomei como verdade absoluta o lema:
“NÃO ME INTERESSA O QUE UM POLÍTICO DIZ! SÓ
ME IMPORTA O QUE ELE FAZ! “
BLAISE PASCAL definiu à perfeição, com séculos de antecedência, o típico político brasileiro das últimas décadas e que ainda sobrevive nos dias correntes: DISEUR DE BONS MOTS... MAUVAIS CARACTÈRE!
BLAISE PASCAL definiu à perfeição, com séculos de antecedência, o típico político brasileiro das últimas décadas e que ainda sobrevive nos dias correntes: DISEUR DE BONS MOTS... MAUVAIS CARACTÈRE!
Roberto Campos, durante sua campanha para deputado federal
pelo Rio de Janeiro, me disse um dia que lamentava só ter sucesso eleitoral no Brasil o
candidato que mentisse e prometesse muito...
Já não era a primeira
vez... Almoçando com ele e Gilberto
Paim, ouvi-o queixar-se anteriormente dos percalços das duas profissões que
trilhou ao longo da vida. E dizia, com fina ironia, que a doença ocupacional da
diplomacia era o alcoolismo e a da política era a mitomania – a mentira
patológica...
E não se trata exatamente do “Mentez, mentez toujours, il en restera quelque chose” de que nos advertira Voltaire há séculos, pois das mentiras dos políticos geralmente nada resta, além da desilusão dos seus eleitores. A não ser, é claro, quando sobem à tribuna para caluniar algum inimigo que lhes tira votos e cuja reputação pode sofrer abalos.
Infelizmente, o expurgo dos maus políticos ainda não se deu
integralmente nas eleições de nível federal
em 2018. Mas finalmente - e felizmente -
elegemos um Presidente que teima em ser
sincero e falar a verdade. Aliás, motivo de escândalo geral! A liturgia do
cargo presidencial não permite escancarar certas verdades, só algumas, menos
chocantes. O Brasil não estava acostumado
à verdade nua e crua, após tantos anos de dissimulação.
Esse passado
sobrevive no Congresso – que segue
dominado por políticos viciados na tal “coalisão“ que só viabiliza a
“governabilidade” ao preço do “toma lá, dá cá”.
Bolsonaro recebeu 57 milhões de votos exatamente dos eleitores que não mais suportavam essas mutretas. E também, é claro, pelo que prometeu em sua campanha.
O Presidente, exemplarmente, tenta cumprir de verdade aquelas promessas. Mas as verdades presidenciais que chegam ao Congresso, na forma de Medidas Provisórias, são rejeitadas ou deixadas caducar... O mesmo ocorre com a derrubada dos vetos de Bolsonaro aos erros, exageros, “jabutis” ou meros ataques congressuais à saúde do Erário.
Bolsonaro recebeu 57 milhões de votos exatamente dos eleitores que não mais suportavam essas mutretas. E também, é claro, pelo que prometeu em sua campanha.
O Presidente, exemplarmente, tenta cumprir de verdade aquelas promessas. Mas as verdades presidenciais que chegam ao Congresso, na forma de Medidas Provisórias, são rejeitadas ou deixadas caducar... O mesmo ocorre com a derrubada dos vetos de Bolsonaro aos erros, exageros, “jabutis” ou meros ataques congressuais à saúde do Erário.
O Brasil real deixou de ter um regime presidencialista. Um
gigantesco conluio de corruptos está minando todo poder que pertence de direito
ao Executivo.
A nós, povo, só nos resta ir às ruas e pedir ordeiramente
que deixem o Presidente de 57 milhões de votos governar para seus eleitores..
É o que devemos fazer a 15 de março de 2020.
Relembrando que os brasileiros querem reformas estruturais e ética nos negócios e na política.
É o que devemos fazer a 15 de março de 2020.
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